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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

1975-2009: 34 músicas #5

A 4 de Outubro de 2009 o mundo ficou mais pobre.

Choro a ouvir esta música. Agora e antes. Uma paixão descoberta há menos de 10 anos, por acaso. Há pessoas que parece que só entram na nossa vida para nos deixarem presentes. Depois tão subitamente quanto aparecem, desaparecem. Mas deixam-nos coisas como estas.

Que a sua alma iluminada descanse em paz.

E gracias a tu vida Mercedes!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Sítios que me enchem* a alma ix


* ou encheriam, ou hão-de encher... Hei-de lá ir, em vida ou não. Tenho de lá ir!!

Ring a Bell?

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Detesto ii

Benfiquistas e sportinguistas a debitarem debilidades, imbecilidades, disparates, maus-humores e maus odores enquanto a minha equipa joga na Liga dos Campeões.
Gente que olha para o lado para se poder divertir e ir alegrando os seus dias não diria que é feio. É apenas triste.
É só desporto, porra.
Ok, não sou hipócrita e admito que não fico aborrecida quando aquelas equipas perdem, mesmo nas competições europeias. Que me chamem de anti-patriótica, mas nunca hipócrita. Daí a dar-me ao trabalho de ver o jogo dos rivais e ir comentando as contingências do jogo, sempre vendo o que de mal se pode dizer, só me diverte por pertencer a um clube tão invejado. E ter um universo de 10 milhões de anti-portistas é de valor. Uns são os maiores grandes em termos de adeptos. Nós somos os maiores grandes em termos de anti- nós. Porque além de todos os adeptos e simpatizantes dos maiores grandes, ainda temos os lagartitos. E, como toda a gente sabe uns são, em Portugal, 6 milhões e outros 4 milhões, logo temos a totalidade da população portuguesa contra nós.
Somos uma unanimidade na inveja.
Além de sermos a melhor equipa e clube em Portugal de há 20 e tal anos para cá.
Cada vez mais acho que somos os anti-heróis. O que nos torna mais humanos, mais reais, mais ricos de idiossincracias e paradoxos. Logo, mais vivos.
Bibó FUTEBOL CLUBE DO PORTO! :)

Ring a Bell?

PS: hoje as coisas parecem estar a correr mal a essa gente cheia de ódio dentro de si. Espero é que a intermitência exibicional e a parca qualidade que por vezes evidencia-se naquele conjunto de jogadores, não me estrague a noite.

sábado, 8 de novembro de 2008

Sabem quando a porta deixa de ter maçaneta para voltar a abrir?



Sabem aquela sensação quando damos mais uma oportunidade a alguém, pensando que se calhar até daremos mais no futuro, mas depois vendo bem percebemos que foi a última?
Sabem quando fazemos acreditar à outra pessoa que estaremos sempre dispostos a perdoar, esquecer, a relevar? E sabem quando mentimos porque não estaremos sempre dispostos a isso?
Sabem quando gostamos de alguém, mas gostamos ainda mais de nós?
Sabem?
Sabem quando sempre pensamos que um dia até vamos bater com a porta com um estrondo brutal, fechá-la às chaves e não deixar mais entrar essa pessoa? E sabem quando não batemos com estrondo, apenas fechamos e viramos costas porque sabemos que aquela é uma porta que se fechou para sempre e temos mais portas para abrir e por onde seguir?

Sabem quando a porta deixa de ter maçaneta para voltar a abrir?

Sabem?
Eu sei!

Sem Ring a Bell?

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Sons xvii

Porque é sempre rosa. A vida. Quando há amor, saúde, partilha e carinho.

Os dentes de leão aqui de baixo parece que deram resultado :)

Ring a Bell?

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Frases xi

Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar, indefectivelmente, encontrar-te-ás a ti mesmo e essa, só essa, pode ser a mais feliz ou a mais amarga das tuas horas.



Ring a Bell?

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Frases x

Time spent with cats is never wasted.

Se até Freud o diz, já me sinto mais psicóloga :)

Ring a Bell?


segunda-feira, 31 de março de 2008

Eu Recomendo i

"Lado Selvagem", em inglês "Into the Wild" .
Quem ainda puder apanhar, está nos cinemas do Cidade do Porto.
Para o resto do "meu" pessoal, não vos posso dizer onde ainda esteja em cartaz (poder, poder, até podia, mas não me apetece agora ir em busca disso).
Há o livro que um dia irei ler certamente.
Mas o filme é algo verdadeiramente... intenso. De uma intensidade diferente, que gira à volta da profundidade de uma personagem e que me parece francamente bem realizado pelo Sean Penn.
E mais não digo. Vejam!



Ring a Bell?

domingo, 2 de março de 2008

Eu iii & Frases vii

Nunca viajo sem o meu diário. É preciso ter sempre algo extraordinário para
ler no comboio.

A Importância de Ser Sério, Oscar Wilde*

* mas poderia ter sido dito por mim, passe a imodéstia

Ring a Bell?

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Frases vi

Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar, indefectivelmente,
encontrar-te-ás a ti mesmo e essa, só essa, pode ser a mais feliz ou a mais
amarga das tuas horas.

Ring a Bell?


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Frases v

Cada um de nós é uma lua e tem um lado escuro que nunca mostra a ninguém.

Ring a Bell?

domingo, 17 de fevereiro de 2008

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Frases iv

Matar o sonho é matarmo-nos. É mutilar a nossa alma. O sonho é o que
temos de realmente nosso, de impenetravelmente e inexpugnavelmente nosso.

Livro do Desassossego

Ring a Bell?


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008

A palavra a quem sabe da vida ii

Para que percorres inutilmente o céu inteiro à procura da tua estrela? Põe-na lá.


In "Escrever"


Ring a Bell?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Frases iii

“Let's never come here again because it will never be as much fun.”

Scarlett Johansson (Charlotte, in Lost in Translation)




Ring a Bell?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Frases ii

Já é vender a alma não saber contentá-la

Fonte: "O Mito de Sísifo"


Ring a Bell?

A palavra a quem sabe da vida i

Vive o instante que passa. Vive-o intensamente até à última gota de sangue.
É um instante banal, nada há nele que o distinga de mil outros instantes
vividos. E no entanto ele é o único por ser irrepetível e isso o distingue de
qualquer outro. Porque nunca mais ele será o mesmo nem tu que o estás vivendo.
Absorve-o todo em ti, impregna-te dele e que ele não seja pois em vão no
dar-se-te todo a ti. Olha o sol difícil entre as nuvens, respira à profundidade
de ti, ouve o vento. Escuta as vozes longínquas de crianças, o ruído de um motor
que passa na estrada, o silêncio que isso envolve e que fica. E pensa-te a ti
que disso te apercebes, sê vivo aí, pensa-te vivo aí, sente-te aí. E que nada se
perca infinitesimalmente no mundo que vives e na pessoa que és. Assim o dom
estúpido e miraculoso da vida não será a estupidez maior de o não teres cumprido
integralmente, de o teres desperdiçado numa vida que terá fim.



Ring a Bell?